sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Dono, não. Tutor, sim.
Animais não têm donos. Animais têm tutores. Tutores porque somos donos
de coisas, de objetos, de seres inanimados… De animais somos no máximo
guardiões. Seu cão, seu gato, seu amigo de estimação, são companheiros
de jornada. São vidas que você escolheu para conviver ao seu lado, com
você. Vidas que não têm preço, e que por isso não devem ser compradas,
diferente das coisas das quais somos donos. Seja um bom tutor. Dê amor,
respeito e carinho. E pense também naqueles animais que, apesar de
lindos, sensíveis e inteligentes, não nasceram cão ou gato. Nasceram em
fazendas, em granjas, em estábulos. Ou foram parar em gaiolas, em
tanques, em aquários, em circos, em zoológicos ou em laboratórios… Ou
nasceram livres, porém são vorazmente perseguidos e caçados dentro de
seus lares, os mares, os rios, as florestas; seus templos de paz, que o
homem faz questão de manchar de sangue toda vez que aparece… Mas você
também pode fazer algo por eles e, mesmo estando distante, poupá-los da
morte, da tortura, da humilhação, da tristeza e do abandono: pode ser
vegano! Comece agora, em sua próxima refeição ou na próxima vez em que
for às compras, ou passear com sua família. Dê este importante passo
moral e ético em favor da sua saúde, de todos os animais e do nosso
planeta. Seja vegano!
Fonte
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Um corte na garganta, em nome de Deus
A religião pode tudo? Até quando vamos dizer “amém”?
Um alimento “Kosher” é aquele que está de acordo com as leis judáicas e há uma demanda grande deste tipo de produto no mundo. Apenas em São Paulo, estima-se que vivam mais de 120 mil judeus. Nem todos são religiosos ou seguem as diretrizes da religião judáica, mas ainda assim é um mercado grande. A liberdade religiosa é algo que deve ser respeitado e a alimentação “Kosher”, enquanto prática religiosa, também. Porém, é estranho pensar que o método de abate de animais para este tipo de alimentação não seja amplamente questionado. Nenhum abate pode ser considerado “bom” para o animal, já que nenhum animal tem interesse em perder sua vida, mas essa forma de abate é particularmente cruel.
Uma bênção e uma facada na garganta
Para uma carne ser considerada “Kosher”, ela deve ter sido obtida através de um ritual religioso, chamado “Schechita”. Este ritual é supervisionado por uma pessoa treinada segundo as leis religiosas judáicas chamada de “Schochet”. Basicamente, o ritual consiste em matar o animal com uma grande faca afiada, denominada “Chalaf”, acertando um corte na garganta e em uma reza, chamada “Beracha” (que significa ”benção”, em hebraico).
Segundo os que defendem esta prática, o abate através do ritual “Schechita” é feito justamente para que a morte do animal seja mais rápida e com menos dor. Porém, o que é constatado pelas investigações de ONGs protetoras dos animais é uma situação completamente diferente. Os animais se debatem com suas cabeças penduradas por minutos, enquanto os religiosos esperam o sangue escorrer. Uma das leis judáicas exige que o “alimento” proveniente de carne seja consumido sem sangue – como se isso fosse possível. Para tentar sangrar ao máximo o animal, é claramente interessante para os religiosos que este esteja consciente, se debatendo e, assim, jorrando mais sangue e de forma mais rápida do que se estivesse inconsciente.
A lei brasileira proíbe crueldade contra animais, mas, questionavelmente, permite este tipo de abate
Segundo o artigo 32 da lei 9.605/98 (veja esta lei no site do Governo), praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime, e resulta em pena de detenção, de três meses a um ano, e multa (a pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal). A mesma lei, em seu artigo 37, diz que não é crime o abate de animais se este for feito para saciar a fome da pessoa que cometeu o abate ou de sua família (abate comercial não deveria se encaixar aqui). Porém, no capítulo 3, onde é esclarecido sobre como a pena deve ser aplicada, fica claro que utilizar métodos cruéis para abate ou captura de animais pode ser considerado crime e julgado conforme o artigo 32.
Não concorda? Nos ajude a acabar com essas injustiças!
Se você não concorda com a morte de animais para consumo humano, por favor, torne-se vegana(o). Saiba como começar em www.sejavegano.com.br.
Fonte
Um alimento “Kosher” é aquele que está de acordo com as leis judáicas e há uma demanda grande deste tipo de produto no mundo. Apenas em São Paulo, estima-se que vivam mais de 120 mil judeus. Nem todos são religiosos ou seguem as diretrizes da religião judáica, mas ainda assim é um mercado grande. A liberdade religiosa é algo que deve ser respeitado e a alimentação “Kosher”, enquanto prática religiosa, também. Porém, é estranho pensar que o método de abate de animais para este tipo de alimentação não seja amplamente questionado. Nenhum abate pode ser considerado “bom” para o animal, já que nenhum animal tem interesse em perder sua vida, mas essa forma de abate é particularmente cruel.
Uma bênção e uma facada na garganta
Para uma carne ser considerada “Kosher”, ela deve ter sido obtida através de um ritual religioso, chamado “Schechita”. Este ritual é supervisionado por uma pessoa treinada segundo as leis religiosas judáicas chamada de “Schochet”. Basicamente, o ritual consiste em matar o animal com uma grande faca afiada, denominada “Chalaf”, acertando um corte na garganta e em uma reza, chamada “Beracha” (que significa ”benção”, em hebraico).
Segundo os que defendem esta prática, o abate através do ritual “Schechita” é feito justamente para que a morte do animal seja mais rápida e com menos dor. Porém, o que é constatado pelas investigações de ONGs protetoras dos animais é uma situação completamente diferente. Os animais se debatem com suas cabeças penduradas por minutos, enquanto os religiosos esperam o sangue escorrer. Uma das leis judáicas exige que o “alimento” proveniente de carne seja consumido sem sangue – como se isso fosse possível. Para tentar sangrar ao máximo o animal, é claramente interessante para os religiosos que este esteja consciente, se debatendo e, assim, jorrando mais sangue e de forma mais rápida do que se estivesse inconsciente.
A lei brasileira proíbe crueldade contra animais, mas, questionavelmente, permite este tipo de abate
Segundo o artigo 32 da lei 9.605/98 (veja esta lei no site do Governo), praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime, e resulta em pena de detenção, de três meses a um ano, e multa (a pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal). A mesma lei, em seu artigo 37, diz que não é crime o abate de animais se este for feito para saciar a fome da pessoa que cometeu o abate ou de sua família (abate comercial não deveria se encaixar aqui). Porém, no capítulo 3, onde é esclarecido sobre como a pena deve ser aplicada, fica claro que utilizar métodos cruéis para abate ou captura de animais pode ser considerado crime e julgado conforme o artigo 32.
Não concorda? Nos ajude a acabar com essas injustiças!
Se você não concorda com a morte de animais para consumo humano, por favor, torne-se vegana(o). Saiba como começar em www.sejavegano.com.br.
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domingo, 25 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
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