"Como é engraçado!… Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço. Uma fita dando voltas? Se enrosca, mas não se embola. Vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em qualquer lugar onde o faço. E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido. E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedaço. Ah! Então, é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um pedaço de fita? Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora, deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade. E quando alguém briga, então se diz - romperam-se os laços. E saem as duas partes, igual aos pedaços de fita, sem perder nenhum pedaço. Então o amor é isso… Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca. Porque, quando vira nó, já deixou de ser um laço." -
Mário Quintana.
domingo, 6 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
A gente faz as contas, projeta uma vida na outra, tenta se enxergar como se fosse outra pessoa… A gente busca espelhos porque viver é solitário. Busca simetrias porque a vida é torta. A simetria acalma. Talvez acalme porque nós mesmos somos simétricos. Uma linha imaginária, dos pés a cabeça, nos divide em duas partes iguais. Buscamos o que já somos? Esquecemos que essa simetria nunca é perfeita. Para um bom observados, sempre haverá uma perna mais curta, um olho mais caído, uma narina mais aberta…
Certo é que nossa mente busca simetria nas pinturas, nas catedrais e nas notas musicais. Entre passado e futuro, entre os óculos do John e o olhar do Paul, entre os Beatles e Stones, nas cores da barba e do cabelo, assim no céu como na terra, assim na serra como no litoral. Entre mãe e pai, pai e filho, num par de filhos, a gente idealiza simetrias que não existem.
Buscamos fatos que se repitam, uma ordem, um sentido, um padrão, um padrão, um padrão… Um padrão que não há.
O mundo é ímpar, não dá pra dividi-lo em duas metades iguais.
" - (Nas Entrelinhas do Horizonte - Humberto Gessinger)
Certo é que nossa mente busca simetria nas pinturas, nas catedrais e nas notas musicais. Entre passado e futuro, entre os óculos do John e o olhar do Paul, entre os Beatles e Stones, nas cores da barba e do cabelo, assim no céu como na terra, assim na serra como no litoral. Entre mãe e pai, pai e filho, num par de filhos, a gente idealiza simetrias que não existem.
Buscamos fatos que se repitam, uma ordem, um sentido, um padrão, um padrão, um padrão… Um padrão que não há.
O mundo é ímpar, não dá pra dividi-lo em duas metades iguais.
" - (Nas Entrelinhas do Horizonte - Humberto Gessinger)
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Fazendeiros suíços comem cães e afirmam que é hipocrisia achar isso estranho
Pouco comum na Europa, consumo de carne de cães causa polêmica
Uma prática relativamente comum em países asiáticos como a China e o Vietnam foi denunciada nesta terça (01) pelo jornal britânico Mail Online.
Na matéria (leia aqui, em inglês), o jornal afirma que o consumo de carne de cachorro por fazendeiros da Suíça é mais comum do que se poderia imaginar. Como o consumo de animais considerados de estimação é proibido no país, os fazendeiros preferem o anonimato, mas concordaram em dar sua opinião sobre o caso.
“Não há nada de estranho nisso. Carne é carne.”, disse um morador, justificando a prática da criação e morte de cães. Eles fazem questão ainda de dizer que é pura hipocrisia aceitar o consumo de diversas espécies de animais e não aceitar que eles matam e comem cachorros. Os fazendeiros temem uma revolta dos protetores de cães e gatos e de outros moradores da região de Appenzell, onde moram, que não concordam com a atividade.
Na região, que fica quase na fronteira com a Alemanha, os fazendeiros consomem e distribuem a carne dos cachorros entre os vizinhos e amigos. Outro fazendeiro revelou que é um amigo açougueiro que mata os bichos para ele e completou dizendo que a carne é preparada de um modo que ninguém sabe o que é, quando está pronta.
Fonte
Uma prática relativamente comum em países asiáticos como a China e o Vietnam foi denunciada nesta terça (01) pelo jornal britânico Mail Online.
Na matéria (leia aqui, em inglês), o jornal afirma que o consumo de carne de cachorro por fazendeiros da Suíça é mais comum do que se poderia imaginar. Como o consumo de animais considerados de estimação é proibido no país, os fazendeiros preferem o anonimato, mas concordaram em dar sua opinião sobre o caso.
“Não há nada de estranho nisso. Carne é carne.”, disse um morador, justificando a prática da criação e morte de cães. Eles fazem questão ainda de dizer que é pura hipocrisia aceitar o consumo de diversas espécies de animais e não aceitar que eles matam e comem cachorros. Os fazendeiros temem uma revolta dos protetores de cães e gatos e de outros moradores da região de Appenzell, onde moram, que não concordam com a atividade.
Na região, que fica quase na fronteira com a Alemanha, os fazendeiros consomem e distribuem a carne dos cachorros entre os vizinhos e amigos. Outro fazendeiro revelou que é um amigo açougueiro que mata os bichos para ele e completou dizendo que a carne é preparada de um modo que ninguém sabe o que é, quando está pronta.
Fonte
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
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