sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Te escrevo essa canção
Pra te fazer companhia
Pra segurar tua mão
Não te deixar sozinha
Canção feita de pele
Pra usar por baixo da roupa
Canção pra te deixar um gosto doce na boca
Te escrevo essa canção
Porque nem sempre ando perto
E essa canção me ajuda a atravessar um deserto
Canção de fim de tarde
Pra se infiltrar nos seus poros
Pra acordar com você
Te olhar no fundo dos olhos
Canção pra andar do teu lado
Em toda e qualquer cidade
Pra te cobrir de sorrisos
Quando eu chorar de saudades
Do teu lado - Leoni
Pra te fazer companhia
Pra segurar tua mão
Não te deixar sozinha
Canção feita de pele
Pra usar por baixo da roupa
Canção pra te deixar um gosto doce na boca
Te escrevo essa canção
Porque nem sempre ando perto
E essa canção me ajuda a atravessar um deserto
Canção de fim de tarde
Pra se infiltrar nos seus poros
Pra acordar com você
Te olhar no fundo dos olhos
Canção pra andar do teu lado
Em toda e qualquer cidade
Pra te cobrir de sorrisos
Quando eu chorar de saudades
Do teu lado - Leoni
sábado, 25 de junho de 2011
4
Escuto a chuva batendo nas folhas, pingo a pingo.
Mas há um caminho de sol entre as nuvens escuras.
E as cigarras sobre as resinas continuam cantando.
Tu percorrerias o céu com teus olhos nevoentos,
e calcularia o sol de amanhã,
e a sorte oculta de cada planta.
E amanhã descerias toda coberta de branco,
brilharias à luz como o sal e a cânfora,
tomarias na mão os frutos do limoeiro, tão verdes,
e entre o veludo da vinha verias amar-se o cristal dos bagos.
E olharias o sol subindo ao céu com asas de fogo.
Tuas mãos e a terra secariam bruscamente.
Em teu rosto, como no chão,
haveria flores vermelhas abertas.
Dentro do teu coração, porém, estavam as fontes frescas,
susurrando.
E os canteiros viam-te passar
como a nuvem mais branca do dia.
Elegia, Cecília Meireles
Mas há um caminho de sol entre as nuvens escuras.
E as cigarras sobre as resinas continuam cantando.
Tu percorrerias o céu com teus olhos nevoentos,
e calcularia o sol de amanhã,
e a sorte oculta de cada planta.
E amanhã descerias toda coberta de branco,
brilharias à luz como o sal e a cânfora,
tomarias na mão os frutos do limoeiro, tão verdes,
e entre o veludo da vinha verias amar-se o cristal dos bagos.
E olharias o sol subindo ao céu com asas de fogo.
Tuas mãos e a terra secariam bruscamente.
Em teu rosto, como no chão,
haveria flores vermelhas abertas.
Dentro do teu coração, porém, estavam as fontes frescas,
susurrando.
E os canteiros viam-te passar
como a nuvem mais branca do dia.
Elegia, Cecília Meireles
terça-feira, 21 de junho de 2011
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