quarta-feira, 7 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
É como um ataque de asma, seus olhos começam a escurecer, e você não encontra o fôlego em nada, mesmo sabendo que o ar esta ali, ao alcance de todos, menos do seu. Mas, eu até que estou bem, exceto pelo medo constante de me machucar, as noites de “lá e cá” na cama, e a sensação de que qualquer coisa pode me despedaçar, eu estou bem. Eu sei que vai passar, na verdade é o que todos dizem. Bem, eu não tenho dormido bem ultimamente, e sem falar que, meu corpo inteiro dói. Você se sente como se estivesse se afogando, então, debaixo da água, você consegue enxergar a superfície, mas, eu não vejo ninguém, não há ninguém para pular e nadar até onde eu estou, então eu vou afundando, fecho os olhos, e quando abro, não vejo nada que possa me impulsionar a voltar para a superfície. Algumas vezes eu tenho esse sonho mais de uma vez por noite. Eu passei todos esses meses, me segurando na dor, porque era a única coisa que me restava. Mas, todas as manhãs quando eu abro os olhos, eu percebo que não me restou nada.
Orquestrando
sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Borboleteei por outros amores, me cortei com novas dores, paixões, insônias, saudades e flores. Fui além de onde imaginei que fosse chegar. Me distanciei das faces, das manias, dos cheiros. Fui despertar em novas camas, novos prazeres, novos travesseiros. Viajei dentro de minhas vontades, e talvez até além eu possa ter ido. Me redescobri, me refiz, me reinventei. Queimei meu passado e apaguei os vestígios das ruínas que eu fui um dia. Páginas em branco sobre páginas em branco. Rascunhos são tudo o que somos. Os erros à flor da pele mostram nossas vontades impossíveis e nossos sonhos realizados. Somos apenas velhas folhas de poesias, que o tempo escreve, que a vida borra, que a dor ensina, e que o amor insiste em tentar tirar alguma rima que valha a pena recitar.
Annd Yawk.
Annd Yawk.
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