domingo, 5 de fevereiro de 2012

Peixes sentem dor

Abaixo, alguns trechos de um artigo publicado na revista americana Animal’s Agenda (número de julho-agosto 1991).
 
Não há duvida sobre a capacidade dos peixes de sentir stress e dor. Quando são perseguidos, capturados, ou ameaçados de todas as maneiras, eles reagem como os humanos face ao stress pelo aumento da sua freqüência cardíaca, do seu ritmo respiratório e por uma descarga hormonal de adrenalina. O prolongamento de condições adversas, como grande confusão ou a poluição, ameaça lhes fazer sofrer de deficiência imunitária e de lesões orgânicas internas.

Tanto pela bioquímica como pela estrutura, seu sistema nervoso central se parece intimamente com o nosso. Nos vertebrados, as terminações nervosas livres registram a dor; os peixes as possuem em abundância. Seu sistema nervoso produz também as encefalinas e as endorfinas, substâncias análogas aos opiáceos que possuem um papel contra a dor nos humanos. Quando estão machucados, os peixes se contorcem, ofegam e exibem outros sinais de dor.

Fica lógico que os peixes sentem medo, e este tem uma função na aquisição do comportamento de fuga. Se um vairão for atacado uma vez por um brochet, ou se vir outro ser atacado, o odor de um brochet é suficiente para fazê-lo fugir. Os peixes que foram atacados por jovens brochets fogem assim que escutam o rangido de dentes desses últimos.

Você pode ler o artigo na íntegra, clicando aqui.

Atum
 
Abaixo, um vídeo que mostra como é a pesca do atum, um peixe que a maioria das pessoas só conhece da latinha. Além da crueldade, outro aspecto que deve ser levado em conta na hora de decidir não consumir peixes e outros animais marinhos é a pesca comercial. nela, grandes redes varrem o fundo do mar matando muito mais que peixes. golfinhos, tartarugas e outros habitantes do mar sofrem por causa do consumo de peixes. além disso, várias espécies de peixes estão com os dias contatos para sua extinção.


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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Courtney Love causou a morte de um cão e um gato, declarou sua filha


As ações de Courtney Love causaram a morte dos animais da família, segundo sua filha, Frances Bean Cobain, agora com 19 anos de idade.

Frances conseguiu uma ordem judicial contra a mãe em 2009 e agora os documentos do seu depoimento no tribunal foram revelados pelo site The Fix. Em documentos jurídicos oficiais, Frances afirma que seu cão e gato morreram devido ao uso abusivo de pílulas e medicamentos por parte de Courtney.
A garota alega que o gato morreu, porque ficou preso em um emaranhado de tecidos, lixo e papéis em sua casa. Já o cachorro teria morrido após ingerir os comprimidos da cantora perturbada.


“[Courtney] começou a tomar remédios desde que me lembro”, afirmou Frances. “Ela vive à base de Xanax, Adderall, Sonata, Abilify, açúcar e cigarros. Ela raramente come e, frequentemente, pega no sono enquanto está fumando e tenho um medo constante de que ela comece um incêndio (o que já fez pelo menos umas três vezes) que ponha nossas vidas em risco”.

Recentemente, a integrante do Hole lançou um livro eletrônico chamado “Courtney Comes Clean”, em que fala abertamente sobre sua relação com Frances, sobre a luta para se manter sóbria e sobre seu desespero após a morte do marido Kurt Cobain em 1994.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cão maltratado e enforcado na praia

Protetores do Rio Grande do Sul;
Este ato de crueldade e covardia, aconteceu em Torres, no Rio Grande do Sul, em plena luz do dia, com centenas de pessoas cercando o animal, inclusive a fotógrafa, que infelizmente, é mais uma conivente que ficou assistindo este pequeno ser maltratado e nada fez, sacou a câmera e tirou fotos apenas.



Vamos por favor, identificar essas pessoas da foto!
Segundo testemunhas, o cão foi enforcado no local, além de ter pedido anteriormente seus dentes, pois com a força que puxaram a corda, todos cairam.
Peço que compartilhem essa mensagem e ajudem a identificar esses demônios.
Informações constatam que quem tirou as fotografia foi uma menina chamada Maria Eduarda.
 

Cão que seria eutanasiado em abrigo é adotado e salva a vida de garoto doente


Qualquer pessoa que adota um cão ou gato de um abrigo pode perceber que há algo em comum a todo animal resgatado: ele recebeu uma segunda chance de vida. Este é certamente o caso de Juno, uma cadela da raça Belgian Malinois que foi resgatada de um abrigo poucos dias antes de ser eutanasiada. Mas desde que foi viver com sua nova família em Alcoa, Tennessee, EUA, Juno também assumiu o papel de salvadora do garoto Lucas Hembree, de 4 anos de idade. As informações são do site Global Animal.

Lucas sofre da “Síndrome de Sanfilippo”, uma doença hereditária que ataca o metabolismo e é causada pela ausência ou mau funcionamento de uma enzima necessária para quebrar as moléculas de glicose. Conforme a doença avança, as crianças perdem a capacidade de falar, andar e comer. A doença também causa sérios danos neurológicos que levam a comportamento agressivo, hiperatividade e convulsões.

“A pior notícia que os pais podem ouvir quando aprendem sobre esta doença é que ela não tem cura ou tratamento”, disse Chester, pai de Lucas.

A menos que algo extraordinário aconteça, Lucas tem uma expectativa de viver até os 15 anos e talvez em estado vegetativo a partir de quando atingir os 8 anos de idade. Percebendo que cada momento é extremamente precioso, Chester e sua esposa Jennifer querem proporcionar ao filho o máximo de boas experiências que ele possa vivenciar enquanto tem a capacidade de aproveitá-las.

Oração e Persistência

Quando a doença começou a atingir as articulações de Lucas, Chester pensou em procurar um cão para ajudar quando Lucas caminhasse. “Ouvi dizer que não seria bom para Lucas contar com o apoio de um cão devido ao seu processo de deterioração de habilidades e ao seu comportamento”, disse Chester. “Eu me recusei a aceitar essa afirmação”.

Uma combinação de oração e persistência levaram Chester a Juno. “Me deparei com um anúncio sobre ela em um site de resgate de cães”, disse ele, “e tive uma sensação no estômago de que eu deveria ver este cão”.
A família inteira fez uma viagem de duas horas para encontrar Juno, que estava sendo mantida em um abrigo no leste de Tennessee. “Ela estava magra, e poucos dias depois seria eutanasiada”, segundo Chester. “Ela tinha sido entregue ao abrigo, por seus tutores, que a rejeitaram devido à sua raça”.

Felizmente, Chester a aceitou. Ele havia conhecido cães da raça de Juno quando trabalhou como agente há anos atrás, pois estes cães costumam ser treinados para trabalhos junto à polícia.


Chester testou se Juno teria um comportamento amigável para com Lucas e, ao colocá-la próxima do menino, disse que os dois ficaram amigos imediatamente, como almas gêmeas.

Os Hembrees levaram Juno para casa e passaram a tratá-la com amor e carinho.

Logo no início, perceberam algo instintivo em seu comportamento. Um dia, Chester percebeu que Juno andava em círculos ao redor de Lucas enquanto ele estava em sua cadeira de rodas. “Ela estava gemendo e empurrando-o com o focinho”, conforme conta Chester, que foi checar os níveis de oxigênio e percebeu que estavam muito baixos. Após aumentar a carga de oxigênio de Lucas, ele voltou ao normal e Juno comportou-se como se estivesse agradecendo, com gestos de afeto.

“Foi quando notei que ela tem habilidade para captar as alterações neurológicas de Lucas”, diz Chester. “Agora ela nos alerta quando Lucas está para ter uma convulsão ou quando seus níveis de oxigênio estão baixos. Ela salvou a vida dele várias vezes”.

Juno tornou-se literalmente um ombro para Lucas se apoiar ao andar, e uma influência tranqüilizadora quando ele está agitado. E quando precisa afastar Juno de Lucas por alguns momentos para algum procedimento, Chester diz que tem dificuldade: “Você não vê um sem o outro por perto”, diz ele. “Realmente parece que é assim que tinha que ser”.


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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Explosão em frigorífico da Marfrig deixa quatro mortos


O acidente aconteceu depois das 11 da manhã na unidade de Bataguassu, no MS.
Uma explosão na unidade de curtume do frigorífico Marfrig em Bataguassu, a 335 quilômetros da capital de Mato Grosso do Sul, deixou quatro trabalhadores mortos e pelo menos 25 feridos.

O acidente aconteceu depois das 11 da manhã no curtume do frigorífico e provocou vazamento de gás tóxico, que intoxicou entre 25 a 30 operários no local. A suspeita é que o gás Coramin, utilizado na produção do curtume, tenha sido responsável pelo acidente.

A unidade foi evacuada e, em conjunto com a polícia civil e técnica, a causa do acidente está sendo apurada. A suspeita é que o acidente tenha sido provocado pela reação química decorrente de manipulação de insumos inerentes da atividade de curtume.

A unidade frigorífica de Bataguassu, próxima ao curtume, não foi atingida pelo acidente.
De acordo com a empresa, alguns de seus executivos estão no local empenhados na prestação de atendimentos aos funcionários atingidos e suas famílias.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, ao chegar na empresa foram encontradas várias pessoas desmaiadas e com parada respiratória. Três feridos em estado grave foram transferidos para hospitais de Presidente Prudente, em São Paulo.

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